Feliz Ano Novo

Pois é, eu lembro que isso existe vez ou outra.

2011 foi um ano extremo. Um ano de muitas conquistas e de algumas perdas, um ano egocêntrico apesar das tentativas sinceras e, na maior parte das vezes, mal sucedidas, de estar presente na vida das pessoas que amo e de participar delas. Foi um ano de aprendizado, de novas perspectivas e de novos olhares sobre velhas coisas. Foi um ano bom, apesar de tudo que poderia - sempre pode - ser melhor.

Não vou fazer uma grande retrospectiva nem citar muitos nomes: Jé, Ká, Lu: o ano foi complicado pra todas nós por motivos diferentes, mas superamos boa parte de tudo. Di: nos conhecemos, finalmente. Rê: nos vimos bem mais. Lê: as melhores coisas do meu ano eu devo a você, os momentos, os aprendizados e os sentimentos. Amo vocês todos.

Beeeijos e feliz 2012, espero que tenhamos mais tempo, mais vontade, mais paciencia, mais projetos realizados, mais conquistas, mais gana e garra, mais presença, mais compartilhamento, mais Deus, mais amor. E que estejamos juntos. ^^

Escrito por *Tha* às 23h20
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    Acho que, no fundo, a gente nunca sabe de fato o quanto sentimos. Nunca consegue olhar completamente de fora e analisar, racional e puramente, os próprios sentimentos. Claro que se questionar, se perguntar, pensar e contrapor, tudo faz parte do processo racional de amar, de encarar o amor além das sentimentalidades que mudam conforme muda nosso humor, e consolidar sentimentos e decisões de maneira direcionadora de nossas escolhas. Mas se sempre pudéssemos ter a visão completa do que sentimos, e se ela fosse puramente racional, não acredito que haveriam mudanças significativas, grandes desentendimentos ou problemas; tanta instabilidade e tantas frustrações. Talvez eu - como matemática que sou - ainda carregue em mim muito da idéia de que o racional é imutável, porque o que se atinge pela razão, perfeito é.
    Mas amor, pelo menos no que eu acredito, vejo e sinto hoje, também carrega uma porção de projeções: nossas, do outro, do que imaginamos de um relacionamento, do que nos disseram que é um relacionamento, do que vemos nos outros, do que nos falam os outros, do que eles veem em nós; do que queremos pro futuro, do que achamos que queremos pro futuro e assim vai. E, como toda e qualquer projeção que se valha, tem um fundamento, uma origem, um destino, todos bem estruturados e verídicos, só que nunca são o objeto em si.
    Alguém disse para uma garota da minha faculdade e ela, muito adequadamente, reproduziu em seu blog, que "quem se apaixona não vê o que está acontecendo de verdade". Vê, em parte, pelo que sua razão diz, em parte pelo que sua emoção - e todas as projeções que ela carrega - lhe faz sentir. E assim há distâncias, em alguns só alguns passos, em outros verdadeiros abismos, entre o que se sabe e o que se sente, entre o que se quer e o que se faz, entre o que se compreeende e o que se imagina. Há insegurança, que eu ainda acho que alimenta e destrói os relacionamentos, e tão facilmente se misturam o que é dependência, independência e interdependência, e quanto cada coisa é ou não saudável e para quem.
    Há, no amor, uma mágica que nos faz compreender que razão e coração precisam estar em conformidade para se conquistar a plenitude, que talvez nunca seja de fato plena, e sim um conjunto de lições e ensinamentos que se percorre para cada vez mais calibrar um pelo outro e compreender melhor quem somos nós, esses seres formados por tantas coisas extremas, opostas e coexistentes. E nós, que não somos perfeitos, precisamos mudar e nos aprimorar... daí então, realmente não vemos a totalidade das coisas que nos cercam, e temos que aprender a lidar com os pedaços que enxergamos e buscar, da melhor maneira possível, compor e compreender o que ainda não vemos. E sem saber quanto, como e porque sentimos, continuar a alimentar e refletir, cada e sobre os, passos que damos.

Escrito por *Tha* às 16h10
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    Sempre achei que eu seria uma dessas pessoas que se apaixona apenas uma vez na vida. Aliás, sempre tive certeza disso. Achei que poderia namorar duas ou três vezes, porque minha fé num romance onde eu estivesse realmente apaixonada nunca foi muito grande; mas, que se acontecesse de eu me apaixonar, seria impossível esquecer. Pensava que se eu me apaixonasse por alguém, não estar com essa pessoa, ou traír esse sentimento com outra pessoa, seria ferir profundamente uma parte de mim.
    Ainda tenho dificuldade de entender o sentimento duplo que é se apaixonar verdadeiramente duas vezes... porque é como encontrar duas partes de si que não podem coexistir, mas te pertencem intimamente. É como sempre estar incompleta, apesar de sinceramente feliz. Eu não vivi isso, nem sei se vou viver, então não adianta tentar falar a respeito. É só algo que eu, agora, consigo conceber, e antes sequer supunha possível para mim.
    Digo para mim porque me proponho sempre a não duvidar dos sentimentos das pessoas, e muitas são as que se dizem viver nessa situação... mas sempre soube que queria me apaixonar, e que queria que fosse uma única vez. Sempre achei que teria dúvidas no começo, mas que elas se substituiriam por certezas e confianças, e que nada no mundo pode destruir algo assim.
    Conhecendo um pouco mais das pessoas - um pouco mais de mim - eu já começo a pensar que o amor não sustenta tudo. Mas, ao contrário do que possa parecer, não é porque ele não basta, e sim porque nós mesmos é que não somos bons o bastante. Nós corroemos o amor com dúvidas, inseguranças, com a incapacidade de esperar, com medos... somos naturalmente medrosos, especialmente diante da necessidade natural de amor e de reciprocidade. Por mais compreensivo que se tente ser, isso tudo mata o amor aos poucos...
    Se o amor acaba, nem sempre é porque ele não era forte o bastante. É mais porque nós não fomos fortes o bastante naquele momento. Nós erramos muito mais do que o sentimento que carregamos, e nós o destruímos muito mais do que ele definha por si só.
    Nesses últimos anos eu aprendi muito mais sobre amor do que gostaria de admitir... e só não gostaria de admitir porque, se isso frustra a sua inefabilidade, é porque joga toda responsabilidade sobre as nossas decisões e escolhas... é porque, se o sentimento permanece mágico e transcendente, o seu instrumento diário, seu método de expressão, é falho e o corrompe. Mais ainda, é porque saber tudo isso em teoria não garante que, na prática, eu tenha forças pra decidir corretamente, pra agir e ser uma pessoa melhor, por amor.
    Eu sempre achei que me apaixonaria uma única vez na vida porque ainda não entendo como é possível se apaixonar duas vezes sem se trair... sem abandonar a sua parte que existe em um alguém, pra viver plenamente sem ela, mas com a parte sua que existe em outro alguém. Talvez tenha relação com existir uma parte de cada um de nós em cada outro, e assim, basta que existam oportunidades pra que elas aflorem; faz sentido, algumas afloram mais naturalmente, outras nunca aparecem... mas eu não consigo entender em sua totalidade.
    No fundo, eu só quero acreditar hoje que isso é possível pra mim porque nem cogito a idéia de questionar se, na única vez que disse estar apaixonada, foi verdadeiro. É a única certeza a respeito de quem sou a que tento me agarrar, e mesmo nunca tendo acontecido nada de fato entre nós, sei que é uma das coisas mais mágicas que me aconteceram, e que vou me lembrar para sempre. Mas, com todo o romantismo que me habita, eu simplesmente não acho justo que seja só isso. Simplsmente não acho certo que as coisas deem errado, e parem por ai. Por isso mesmo é que quero acreditar que seja verdade também para mim, embora realmente não espere que seja.
    Mas afinal, eu tenho só 19 anos, o que é muita vida pela frente, se Deus quiser. Seria muita teimosia e prepotencia acreditar que sei tudo que ainda vou viver, as voltas que a vida vai dar, as pessoas que vou conhecer e amar... e como não compreendo o se apaixonar pela segunda vez, só me resta esperar pelo que vem. Mas o que quer que seja, que mantenha a certeza de que foi tudo especial como realmente foi dessa vez, que faz parte de mim, e que mesmo que eu possa um dia viver completamente feliz sem isso, que eu ainda reconheça o quanto foi importante. Porque, com toda a certeza, foi.

Escrito por *Tha* às 19h24
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O "Quem sou eu:" do Orkut.

Ou o que era pra ser o "Quem sou eu:".

É necessário escrever. Escrever é uma ponte que conecta meu eu real ao eu que se manifesta todos os dias... mais que isso, é um canal que sintoniza os dois, direcionando o eu que se manifesta pelos caminhos certos.
O meu eu de todos os dias se deixa estar sempre. Estar por um tempo preguiçoso, por um tempo empolgado, por um tempo imensamente apaixonado, por um tempo triste, por um tempo doente.
Sente preguiça de tudo: comer, estudar, dormir, pensar, escrever... mas o eu real, responsável e sensato, cobra posições, atitudes, movimento - e ele costumava vencer mais do que agora.
O eu de todos os dias pensa coisas erradas, tira conclusões precipitadas, varia de um extremo a outro em alguns instantes... ao eu real cabe a consciência, o equilíbrio, o cálculo antes da ação... o juízo.
Existia um eu poeta e um eu cientista, que eram tão opostos e encantados um pelo outro que se misturavam em suas distinções. Personificavam boa parte dos extremos que me compõem, encaixotando-os e definindo-os em seus lugares. O poeta, não sei se dorme ou se já é um coma suave, mas não desperta há algum tempo; a cientista dá as caras com mais frequência, mas logo se perde entre tanto material que precisa analisar. Com isso, os extremos se bagunçaram, e é difícil dizer qual predomina.
Há agora uma criança e uma adulta com crise de meia idade. Falar da adulta é fácil, porque ela não percebe o quanto ainda tem pela frente pra viver, apenas olha pra trás e vê que, por mais que tenha vivido experiências especiais, não fez muita coisa de si mesma. Sente-se velha e desperdiçadora de tempo, incapaz de tomar as rédeas da própria vida para fazer grandes mudanças. Por outro lado, a criança também não se nota no tempo. Transforma-o em eternidade, vive o agora e  aproveita, mas não faz planos nem constrói expectativas. Apenas se maravilha com as coisas simples e acha que tudo tem um significado próprio, real, intrínseco e magicamente interligado a todo o resto do mundo.
Todos os eus tem algumas convicções que são puramente convicções. Estranhamente, enquanto me questiono de tudo e duvido de obviedades, determino que certas coisas são verdades que não contesto. Ai vem alguém - raros alguéns - que com uma ou duas palavras faz as certezas desabarem; estes mesmos alguéns me empolgam com outras duas ou três palavras, e logo reconstruo que desabou. É assim, entre demolições, desmoronamentos e constantes construções, que tudo segue todos os dias.
O eu real tenta conciliar todas as coisas: é ele que me faz amar eufemismos, parábolas, hipérboles e elipses. Ele que condensa todas as informações e diz que as letras e os números são apenas manifestações diferentes da mesma existência, e por isso não se contradizem e, antes disso, se completam e se reafirmam. Vê unidade em tudo e não se permite sair dela: traça uma linha, como uma corda bamba, e quer que o eu de todos os dias ande sobre ela. Mas o eu de todos os dias vê a corda como muro, o muro como divisor, e odeia pensar que está em cima do muro, sem tomar partido. É por isso que insiste em pender pra um dos lados, quando na verdade o eu real quer apenas dizer que não existe lado algum. Mas o eu de todos os dias diz que se os muros são tão sólidos pra tantas pessoas, eles devem de fato existir.
Por isso ele fica doente, porque entra em paradoxo e não tem vontade de concluir ou porque não quer ser sensato e apenas se deixar levar. Mas não só por isso, fica doente pelos mais diversos motivos: tem ciúmes sem razões e não os demonstra, idealiza atitudes e se decpciona, briga com alguém e tem febre psicológica. Aliás, tem febre psicológica por qualquer motivo que consiga atingir simultaneamente o eu de todos os dias e o eu real.
Por tudo isso é necessário escrever, porque eus tão diferentes precisam conversar e se acordar... não dá pra viver ignorando um ou outro, não seria justo comigo mesma. Enquanto escrevo, mais do que passar instruções para o eu de todos os dias, o eu real colhe as impressões e informações que ele lhe transmite, e assim recalcula as rotas. É assim, com certa defasagem de tempo, mas ainda eficazmente, que eles se comunicam; o resultado é justamente a resposta pra essa pergunta de orkut, funções dependentes do tempo, que variam conforme a última rota calculada.

Escrito por *Tha* às 16h26
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Meu filhote...
Depois de quase nove anos convivendo com você, nove anos de alegrias, de broncas, de muitos latidos e muitos biscoitos, do seu carinho e lealdade, da sua mania de deitar sempre no meio do caminho, do seu fascínio por frango, do costume de ficar em cima das minhas folhas de estudo, de seguir sempre qualquer um de nós aqui de casa como uma sombra... depois de tantas vezes que eu, quando tava triste ou chateada, pegava você no colo e te abraçava forte, pra você me consolar... como é que vai ser agora, que você não tá mais aqui?
Meu filhote...
Que nunca deu trabalho, nunca ficou doente, nunca precisou ir no veterinário senão pra tomar vacina e banho... você foi embora do nada e deixa um buraco aqui...
Não vou mais te ouvir fazer festa quando eu chegar, não vou mais ter você comigo a noite, deitando no meu travesseiro e roubando o meu lugar.
Minha bolinha de pelo branco... lembro quando você chegou aqui, que cabia deitado numa só lajota do piso... você tinha medo de dormir sozinho, e nós insistiamos em te fazer aprender a dormir preso na cozinha... pra que? Semanas depois você já dominava a casa, dormindo na cama da vovó, conquistando todo mundo e recebendo bem todos meus amigos.
Bebê... te amo muito, sinto sua falta desde já. A Brê fica aqui, mas ela também fica perdida sem você...
Obrigada por ser o cachorro mais lindo do mundo todos esses nove anos... eu queria muito te apertar, soprar na sua cara pra você tentar pegar o vento, fazer cócegas na sua pata... mas agora, disso tudo, ficam apenas lembranças. Sempre ficam.
O difícil não é aceitar que você foi embora, o difícil é não entender porque tão repentinamente... mas se Deus quis que fosse assim, a gente aceita.
Te amo sempre.
Beijos, Pingo.
Você vai, a saudade fica.

Escrito por *Tha* às 22h40
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   Bom, vamos lá, acordo é acordo e mesmo sem estar com inspiração nenhuma pra postar, vou me esforçar. =)
   Estou há alguns dias pensando em qual seria o melhor assunto pra esse post... na verdade a melhor indicação seria escrever sobre o que tem sido minha vida de universitária e sobre todas as coisas que aprendi e mudaram este ano... maaas, o ano não acabou, eu ainda sou bixete da UFABC, com dias contados, mas ainda sou... então deixemos esse tópico pra outra postagem, um outro dia, que com certeza não vai demorar tanto pra chegar...

    Vamos falar de tempo.

    Tempo é algo incrivelmente estranho. Talvez porque a contagem do tempo seja uma invenção humana ela não funcione muito bem em todas as situações... por que afinal de contas, salvo raras exceções, nós nunca conseguimos usar nosso tempo conforme planejamos.
    Eu tenho enfrentado esse problema ultimamente... planejo fazer três ou quatro atividades no decorrer do dia e sempre surgem outras duas ou três que invalidam alguma das que tinha em mente inicialmente.
    Hoje é um bom exemplo disso: Minha idéia: ir pra faculdade, almoçar, reunião do podcast, chegar as 17 em casa, postar no blog, ir pra academia, jantar e terminar o relatório pra entregar na quinta-feira.
    E o que aconteceu de fato: fui pra faculdade, almocei, reunião do podcast, cheguei quase as 18 em casa, fui pra academia, jantei, li uns tópicos importantes na comunidade por causa do podcast, ajudei uma amiga no MSN com um trabalho, e agora são quase 23 horas e eu tô escrevendo no blog e nem pensei no relatório ainda.
    O problema com isso é que existem dois caminhos comuns seguidos: no primeiro deles a gente sempre faz primeiro as coisas que mais nos agradam, adiando até o último insante possível as mais chatas, mais trabalhosas, as que menos temos vontade de fazer. No segundo, priorizamos os prazos, a ordem de importancia cronológica, deixando em último plano as atividades prazerosas, as ligações pros amigos, o tempo pra falar um oi no MSN.
    Eu oscilo entra as duas extremidades, e se Deus quiser eu ainda aprendo a balanceá-las. Por que assim um dia gasto pra escrever uma carta compensa outro isolada do mundo pra estudar IEDO e um dia dormindo ou jogando videogame a tarde compensa as noites acordada finalizando relatórios.
    Agora, a pretensão de atingir um nível de organização tal que eu não precise compensar as coisas e tudo seja feito naturalmente sem abdicar de nada eu sinceramente não tenho. Mesmo porque não combina comigo horários regrados, eu sempre fui da opinião que um planejamento cronometrado é muito sujeito a alterações e adversidades, por isso gosto de considerá-las enquanto planejo o dia (talvez por isso mesmo meus planos saiam tanto da linha, eu dou espaço pra que aconteça).
    Agora você me pergunta: o que é que você tá fazendo ainda aqui, escrevendo nesse blog, sendo que nem é tão importante assim e você tem um relatório pra terminar?
    Bom, algumas respostas são plausíveis: a primeira é, estou me reconciliando com meu blog, já que não posto desde 04 de julho. A segunda: 04 de julho é um dia depois do aniversário do Wesley, e ele disse que eu devia postar dia 17, que é um dia depois do aniversário do irmão dele (aliás, parabéns Hebert! ^^). E a terceira: como disse o próprio Wesley, "escrever me mantém sóbrio".
    É, nada nos deixa mais esclarecidos e seguros acerca de nós mesmos do que escrever. É algo que faz o tempo valer a pena, porque consome um pouco dele em reflexões que geralmente resultam na melhor utilização do mesmo. Espero que funcione hoje, porque eu realmente gostaria de terminar o relatório o quanto antes.
    Beijos e dessa vez sim, em breve eu volto. Beijo especial pro Wesley, cujo acordo citado inicialmente faz com que esse post exista. E sim, o post é grande. =P
Até logo,
*Tha*

PS. Quanto eu tiver com mais tempo arrumo esse template. =P

Escrito por *Tha* às 23h29
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Futebol: uma paixão sem limites.

Quem diria que o que me traria de volta a este blog seria futebol, não é?
Logo eu que nunca dei bola pra esse esporte, que sempre odiaaava ver os homens totalmente vidrados na tela da televisão domingo à tarde, assistindo àqueles 90 minutos sem fim e sem graça, vibrando com lances que não me empolgavam o mínimo. Eu que me revoltava tanto com os brasileiros que dão mais importância pra um campeonato do que pras eleições, com o meu país sendo visto como país do futebol, como se não houvesse nada de melhor pra caracterizá-lo. Eu que preferi assistir "História sem Fim III" no quarto à ver um jogo do Brasil da Copa de 2002 na sala. E enquanto todo mundo comemorava, eu gritava pelo filme, sem me importar um nada com o pentacampeonato.
Confesso que sempre me despertou o futebol feminino, provavelmente mais pelo lado feminista de que mulheres podem fazer um esporte "essencialmente masculino" do que pelo jogo em si. Confesso também que desde pequena sou corintiana, corintiana de coração mesmo, e mesmo sem acompanhar o time, sem ver os jogos e não conhecer nenhum jogador, sempre tive um carinho especial pelo clube, uma identificação que não é explicável e nem lógica, mesmo porque futebol não tinha graça pra mim.
Enfim, final do ano passado, não sei dizer nem que campeonato era, mas meu pai ia ver um jogo do Corinthians. Eu, como estava na casa dele e com ele, disse que assistiria junto... jogo começa, eu me interesso, mas nada além do normal.. assisto, me entretenho com um lance ou outro...  o que importa é o que Corinthians ganhou e meu pai disse, por brincadeira, que eu dei sorte pro time. A partir daí o cenário muda... começo a assistir os jogos, a me importar com as regras, a dar palpite nas faltas, a torcer profundamente pelo meu Corinthians, usar a camiseta, comprar bandeira...
Mais ou menos um mês atrás ele me convida pra ir ao Museu do Futebol... gosto de museus, gosto de cultura no geral, e tenho que admitir que futebol faz parte da cultura brasileira. Aceitei o convite e fomos. Logo na entrada, várias flâmulas, figurinhas, propagandas de anos atrás.. coisas quase sem significado pra mim, mas ele falava daquilo com tanta empolgação...
O museu é lindo. Uma homenagem não só ao futebol, pura e simplesmente como esporte, mas uma homenagem à paixão brasileira, ao espírito do país... com direito a história, poesia, vídeos, fotos, gols narrados, parte interativa e um texto que falava justamente de quem somos nós, brasileiros, e do que é o futebol pra nossa nação.
Acho que naquele dia eu entendi o quanto a alegria, a vibração, o sofrimento, a expectativa, o gosto da vitória, do inusitado, a paixão de ser torcedor é contagiante e tem relação com todos nós. Entendi que futebol é mais do que 22 jogadores em campo, mais do que preparo, treinos, bola rolando... é dedicação, compartilhamento, torcida, união, vida, garra.
Naquele dia passei a me orgulhar do futebol do meu país e do seu reconhecimento mundial. Não, ainda não sou uma torcedora que entende profundamente do esporte, que saberia discutir o assunto, mas tô caminhando. E também não acho que o Brasil deva ser reconhecido apenas pelos nossos grandes jogadores ou jogadas espetaculares, mas já não fico tão indignada com a expressão "país do futebol". Somos mais que isso, mas somos isso também.
Influências* e outras influências a parte, amizades maníacas por futebol, por exemplo, vou finalizar o post parabenizando o MEU TIME pelo tricampeonato conquistado na quarta-feira.
LOKA POR TI, CORINTHIANS.
Mais que nunca, e sempre. =)

*Post inspirado, além de nos fatos relatados, nas discussões futebolísticas com o Milton, em dois dos posts do blog do Cesar e nos meus amigos são-paulinos (em especial Marcos, Diogo e Leandro).

Escrito por *Tha* às 23h09
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           É verdade que 2008 ainda não acabou, mas há tanto a dizer que começo a retrospectiva desde já... aprendi algumas coisas essenciais esse ano, na verdade neste último semestre, algumas coisas que certamente me acompanharão em 2009 e adiante...
           2008 era um ano cheio de expectativas, esperanças, ideologia e oportunidades... me formaria, viajaria, talvez conhecesse algumas pessoas que são tão importantes na minha vida pessoalmente, faria vestibular, reafirmaria minhas decisões, enfim, uma série de atividades e promessas que tinham tudo pra dar certo e tornar o ano perfeito. Não, não foi assim...
           Não estive tão bem no colégio, que agora está às vésperas de acabar definitivamente numa correria totalmente diferente do imaginado... não me dediquei tanto quanto deveria, me desanimei demais por uma série de fatores que não vem ao caso comentar... enfim, notas abaixaram, mas ainda estão boas os suficiente pra não ser tão preocupante... 
           Vestibular? Sei o que quero seguir, só não sei onde fazer... e a possibilidade de me dedicar pra tentar passar no ITA ainda deixa a dúvida maior, se bem que no fundo, no fundo, eu estava bem mais segura ano passado do que agora... não por pressão, por medo de seguir o caminho errado... apenas porque tudo parece ter sido diferente do planejado.
           As amizades já começaram a se afastar, quer por brigas, desentendimentos, simples falta de tempo, desânimo, ou o que for. É difícil dizer, é um turbilhão de questionamentos e emoções pra cada um de nós, mesmo para aqueles que nem estão tão preocupados assim. Afinal, uma rotina que se iniciou há 13 anos atrás está prestes a mudar totalmente, e como eu tenho dito, não parece que é o colégio apenas que tá terminando, parece que tô deixando tudo que eu conheço como vida pra trás.
           De certa forma, é verdade... tudo que eu conheço está lá, e o que não está de alguma forma já se alterou ou vai acabar alterando... isso que tenho aprendido bem, conviver com as mudanças que eu nunca gostei, aquelas que não dependem do meu consentimento ou vontade... é o que sempre me assustou, crescer, responsabilidades, de certa forma a dúvida, se saberei como encarar e como enfrentar as situações...
           E meus amigos, sempre mais velhos... uns casando, outros noivos, todos aparentemente tão certos do que querem, e eu cheia de dúvidas... mas hoje aprendi uma coisa fundamental, na verdade algo que já vinha me sendo mostrado há algumas semanas, mas hoje realmente se fixou em mim. EU TENHO 17 ANOS!
           Eu não preciso entender o mundo, todos seus mecanismos e funcionamentos.. eu não preciso ter muitas experiências, saber quando falar sério e quais palavras usar todo o tempo, eu não preciso estar pronta pra relacionamentos sérios, nem pra decidir meu futuro inteiro agora. Eu tenho APENAS 17 anos, e se muitas pessoas com a minha idade fazem tudo isso, ótimo. Pela primeira vez eu digo: EU NÃO ME IMPORTO.
           Me importa de verdade que eu, sem medo nenhum de admitir, não estou tão pronta assim, mas não vou ficar de braços cruzados esperando o momento. Vou vivendo, aproveitando, me questionando como é do meu feitio, mas sem pânico. Eu posso viver meus 17 confusos anos, sem sair por ai fazendo milhares de bobeiras, sem aprontar várias, mas sem o peso de ter que acertar sempre. Eu posso errar, não é crime.
           De fato, eu sempre soube, mas poucas vezes vivi isso.. poucas vezes permiti que eu mesma encarasse as coisas assim, embora sempre visse e concordasse com os outros fazendo... mas, de verdade, talvez agora eu esteja pronta pra encarar as coisas dessa forma. Com a mesma melancolia de sempre, mas com tanta coisa diferente...
           Quando não temos metas, vivemos em busca de uma. Quando temos metas, corremos para alcançá-las... quando as alcançamos, desfrutamos delas, até novas metas surgirem. Eu sempre soube disso, embora só tenha vivido a primeira das fases... o engraçado é que estou vivendo justamente a que desconheço: nunca tive metas, quando as tive, as perdi, e toda a ideologia que antes tinha por buscá-las, desapareceu. Tudo bem, quem sabe ano que vem ela reapareça...
           Até lá, tenho um mês e 11 dias pela frente... um mês cheio, onde muita coisa não só pode como VAI acontecer. Um mês pra viver como eu nunca vivi, com uma grande pontada de egocentrismo, um grande pesar em deixar tanto pra trás, mas uma enorme necessidade de fazê-lo. É, 2008 foi marcante. Não foi o melhor ano da minha vida, mas eu APRENDI. E isso, por si só, já o faz valer a pena.

Escrito por *Tha* às 16h49
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Revivendo isso aqui...

Vamos lá, quais são as novidades?
Tenho estudado, estudado, estudado.. e estudado. Mas pera ai... isso é novidade?
Pois é, tô vendo que, embora nada seja mais estressante que o 2º ano, o 3º não colabora muito com a minha vida social. (Mas quem disse que eu preciso de vida social, né? Hehe)
Brincadieras a parte, o motivo por tá escrevendo hoje é totalmente diferente de estudos ou notas. Vim mesmo agradecer o comentário do post abaixo, (embora eu vá realmente agradecer por e-mail), que é graças a ele que eu me dei conta que não tinha postado esse ano ainda! E vim também dar um oi, já que foram tantas as vezes que tive vontade de escrever, e nunhuma delas foi concretizada.
Beijinhos, boa tarde, e boa Páscoa a todos.
*Tha*

Escrito por *Tha* às 13h16
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Velhos erros atormentam novas fases..
Velhos medos reaparecem em novos passos...
Velhos sonhos sobrepõe novos desejos.

Fim de ano, e eu poderia fazer uma imensa retrospectiva de tudo que me aconteceu, e enumerar todos os motivos por esse ano ter sido um dos mais marcantes da minha (não longa) vida. Mas, como meu orkut já tem o resumo, não chamado tradicional porque o fiz apenas no ano passado, mas que tende a virar tradição, não vejo necessidade disso.
Acho sim necessário é listar minhas crises (mais uma vez) nesse lugar, porque me sinto segura aqui.
Por que aqui? Porque ninguém lê isso. Ou melhor, algumas pessoas lêem, e sou grata sim. Mas não corro o risco de ninguém que não queira realmente saber o que esta escrito ler... ninguém entra aqui por acaso ou por mera curiosidade como se faz nas páginas do orkut.
Enfim, acho que as frases iniciais muito dizem de mim mesma. Lamento serem verdades, gostaria que fossem meras dramatizações. Mas não são. Velhos erros que insistem em permanecer, a velha desorganização, o velho despreendimento, a velha falta de atenção, a mais que velha insegurança, e falta de auto-confiança e a firmeza nas decisões mais pessoais que tomo. Sim, porque aprender e dizer um não firme ou a me portar como uma mulher ainda não consegui. E eu detestaria me considerar imatura, mas é o que como tenho me considerado.
Medos... eles tenho aprendido a superar... pelo menos nunca deixei de fazer nada por medo, e não me arrependo. Me arrependo, sim, de ter medos que acaba por desmoronar relações e afastar pessoas. Medo da impessoalidade, da falta de contato, da insegurança que tanto me atormenta. Medos..
Mas os sonhos, agradeço. Permanecem os mesmos e me fazem a mesma. Sonho de ser uma grande professora, sonho de estudar muito a física, a filosofia, as palavras, sonho de encontrar alguém que faça tudo valer a pena, e poder realmente viver isso, mais do que apenas sonhar... (esse chegou perto da realidade..)
A esses sonhos, não passageiros como simples (ou não tão simples) desejos, a eternidade.
    Feliz 2008.
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Não, não me esqueci, e nem poderia, não é?
FELIZ ANIVERSÁRIO, RÍ!
Que essa fase amorosa complicada se resolva, que tudo de melhor aconteça pra você, obrigada por esses anos todos me aturando nesse mundo virtual. Poxa, você me viu crescer (e continuar com as mesmas crises e dúvidas, mas não vem ao caso). E seu presente depois eu mando.. =)
Te amo muito!
Parabéns! =)
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A propósito... minha vida deu um giro tão grande, mas tão grande, maior do que todos os outros mencionados aqui, que eu tô muito tranquila, quando deveria estar buscando respostas e resoluções. Estranho, não?

Escrito por *Tha* às 17h14
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Eu PRECISAVA, realmente PRECISAVA postar hoje...
Não só porque minha cabeça dá inúmeras voltas sem sair do lugar, não só por ter os melhores amigos do mundo, não só por ter um amigo-noivo que eu amo tanto, não só por sentir tanto a falta de alguém..
Não só porque minhas madrugadas não passam sem você, não só porque você faz uma falta absurda, não só por eu morrer de medo de ser chata demais e te perder...
Não só por me sentir uma das piores pessoas do mundo ultimamente, não só por estar tão fria e tão insensível, não só por realmente não estar reconehcendo algumas das minhas atitudes..
Não só por ser grata a Deus, que me chama sempre que me afasto não só por ter milhares de coisas pra fazer, não só por ter decidido me organizar mais, não só por ter tido tempo pra ler um blog e me deliciar com suas palavras..
Não só por me sentir uma das piores amigas do mundo, não só por querer sumir, não só por querer voltar no tempo, não só por precisar do meu irmão mais velho e do meu irmão gêmeo por perto..
Hoje eu precisava postar principalmente porque aqui é o único lugar que eu posso falar livremente, sem medo de opiniões alheias e comentários... sem medo de ser insensível, chata, insistente, e sem medo de me trair com as minhas palavras... afinal, isso aqui é feito delas.
Boa noite, passar bem.. =)

Escrito por *Tha* às 03h42
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Esse com certeza vai ser o maior post desse blog, pelo menos até hoje...
Isso porque, ficando 5 dias sem Internet, passam pela cabeça inúmeras coisas que eu preciso escrever, inúmeras coisas pra fazer, medos, vontades, desejos... motivos para sorrir, e motivos que me entristecem... enfim, em 5 dias eu pensei e repensei tanto que tenho certeza que vou acabar esquecendo de comentar algo aqui...

Primeiro... o que seria de mim sem Internet? Certamente, seria muito menos do que sou hoje.. porque se sou o que sou, devo ao Vinícius e ao William, os primeiros que me trouxeram pra esse mundo mágico... ambos que eu não faço idéia como estão ou por onde andam, mas que ainda me lembro muito bem deles.. devo MUITO ao Mario.. meu companheiro de poesias, meu amigo de TANTO tempo, aquele que esteve presente em várias das minhas crises e fases, aquele que posso dizer que estive presente também... devo ao Marcos, ou Vítor Krum, como o conheci na Central... o meu companheiro de e-mails, de conversas aos domingos, discussões sobre Harry Potter, sentimentos, sociedade, música, vida... devo ao Filipe, e dessa vez, ele que me deve um sorvete... o que me acompanahva por tardes e tardes, o primeiro que eu tive coragem de pegar o telefone e ligar, que marcou muito minha vida pelo mundo www. Devo a Bárbara e a Carol, que há muito tempo também não tenho notícias, mas como eram boas nossas conversas... devo muito ao Gustavo, e nossas viagens malucas sobre tartarugas chamadas Turtura e sei lá o que mais... ao Douglas, e nossas simples conversas, alguém que me fez ligar de madrugada pra namorada, pra dizer o quanto ele a ama... uma das coisas que eu jamais vou me esquecer...
Ao Gu, que saudades... ao Flores, que nossa, nem sei dizer o quanto se fez presente por um tempo... ao Fê X., uma das poucas pessoas que, mais do que uma tela, entrou na minha vida, na minha casa, na minha família, fez uma ENORME diferença e ele sabe o quanto... ao Rê, nossa... e como! Quanto devo a ele, meu noivo, meu eterno noivo, porque ele que esteve SEMPRE, em cada momento da minha vida, ele que foi o primeiro a me conquistar tanto, apesar de todas as diferenças... ele que amo tanto, que sabe um pouco de tudo de mim, que eu sei bastante a respeito também...
Ao Gabriel, irmão mais velho, liindo! Que já foi desajuízado, mas criou juízo... que já foi louco, mas sempre cuidando de mim... que já sumiu várias vezes, mas eu nunca me esqueci... ao Eduardo, outro irmão, que também conheci por acaso e que anda numa correria, mas mesmo assim, aparece vez ou outra pra dar notícias... ao Paulinho, e seus textos sempre lindos no seu blog...
Ao Leandro, aquele amigo da Ká, que eu tanto ouvia falar, que eu tanto gostei de conhecer... ao Di... como se fosse possível falar de Internet e não falar dele, que nesse ano que passou esteve, sem dúvida, em cada minuto presente nos meus dias, na minha vida, nas minhas atitudes, no meu pensamento...
Sem contar, é claro, aqueles que eu conheço pessoalmente, mas que se mantêm presentes por meio dessa ferramenta incrível...
Certamente eu me esqueci de citar algum nome... não significa que não tenha tanta importância, pelo contrário.. apenas significa que escrevendo nem sempre lembramos de tudo que gostaríamos, como eu disse no começo...

Maaaas enfim.. devo tanto a cada um de vocês... que me ensinaram, me ajudaram a ser o que sou hoje, embora ainda tenha muito pra aprender, me moldar, muito pra ser...

"Eu já não sei mais, não sei viver sem ter vocês..." - > Bateu um medo imenso de me afastar, de perder o contato, e olha que foram apenas 5 dias... mas independente do que aconteça, eu amo vocês, cada um de uma forma diferente e única. OBRIGADA, por esses praticamente 6 anos de Internet.. =)

E falando nisso...
Sabe o que é não saber mais viver sem alguém? Não é só quando você sente que sua vida não seria igual, mas quando você sente que perderia parte da mágica... mágica é a palavra. Eu tenho pessoas tão essências, que eu não sei mais viver sem... seria triste perdê-las, não teria o mesmo sentido nem o mesmo sabor. Bateu um medo enorme de perder duas pessoas ai...

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*Mudança drástica de assunto...

Todos os dias, voltando da escola, eu passo em frente a uma rua que me lembra algo... e, vez ou outra, em frente a uma casa toda especial, que me lembra tanta coisa...
E ai bate uma saudade grande, um aperto por ter uma amiga tão especial longe, precisando as vezes de uma palavra amiga, e estar tão afastada...



Sabe, Pah.. nem preciso dizer a falta que você faz em São Paulo... a falta naquele colégio, a falta de voltar ao seu lado pra casa, a falta dos foras, das brigas, das vezes que você ficava nervosa...
E passando em frente a sua antiga casa, deu uma vontade de tocar lá pra te dar um oi.. mas não seria você que atenderia...
Sabe, menina.. eu te amo muito! Você é especial demais, insubstituível.. e faz uma enorme falta...
Nunca se esqueça, eu tô do seu lado pra tudo que você precisar.. ainda que eu nada possa fazer, sempre estarei aqui pra te ouvir..

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*Por fim...

Eu tinha tantos planos pra quinta feira passada, e nenhum deles acabou se realizando.. e agora, com net de volta, eu só gostaria de deixar registrado aqui a data, tão especial...
DIOGO... 1 ano que conheci essa pessoa maravilhosa, aquele que eu chamei de milagre, e que realmente o é. Eu disse pra você, o ano mais intenso, e isso se deve a sua presença... Haja o que houver? Com certeza, HAJA O QUE HOUVER, eu TE AMO DEMAIS!
Saudadeees... meu Squall.. único.. brigada por TUDO que você é na minha vida...

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Pronto... eu avisei que o Post era grande... =)
E também avisei que ia esquecer de algo, né?
Mas eu volto depois.. eu sempre volto, não é mesmo?
Cuidem-se e uma boa noite!
*Tha*

Escrito por *Tha* às 19h01
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Se eu não postasse hoje não seria eu...
Hoje que meus pensamentos deram cambalhotas e conseguiram não sair do lugar...
Hoje que o passado, presente e futuro se uniram em uma lembrança, duas certezas, uma dúvida, um grande sonho, um medo, dois desejos e uma saudade... hoje que minhas certezas de ontem em parte se confirmaram e em parte se contrastaram... hoje que a saudade não bateu, e ao mesmo tempo bateu fundo e doeu...
Dúvidas? Pelo menos elas ainda sufocam, significa que ainda são importantes, e não quero que deixem de ser... dói um pouco, mas é uma dor boa...
É, acho que tô aprendendo aquilo que todo romântico que se preze deve saber...
"Há muito tempo para ver o que tiver que acontecer..."
Tanta coisa passando pela minha cabeça agora... as coisas poderiam ser simples, se as pessoas não as complicassem... mas que culpa têm as pessoas, se não sabem o que querem? Eu sou uma delas...
Sei que preciso das palavras do Bru, porque elas me confortam, e porque ele me entende mesmo sem transparecer...
Sei que preciso dos cuidados do Gabriel, porque todo irmão mais velho sempre protege a irmã mais nova...
Sei que preciso das palavras do Rí, meu poeta, porque ele sempre pensa no que diz e eu sei que se preocupa comigo...
Sei que preciso do carinho da Ká, porque é ela que conhece minhas lágrimas, minhas inseguranças...
Sei que preciso do apoio da Jé, porque ela me conhece por inteiro, apesar de qualquer coisa...
Sei que preciso da presença do Rê, porque ele é meu eterno noivo, e se a Jé é uma das únicas, ele é o único que me conhece por inteiro...
Sei que preciso do Lê, do Fi... da Gabi, minha Na linda... da Bá, exemplo pra mim...
Sei que preciso do Di... como se fosse novidade, quando eu não preciso?
Mas preciso principalmente de Deus... pra guiar meus passos, endireitar meu caminho, iluminar meus pensamentos e fazer a vontade dEle na minha vida...
Conselhos? Tenho certeza que cada um que citei vai me mostrar um caminho diferente... mas é a junção de cada visão que me faz... sempre foi.

Beijos, boa noite a todos..
E só pra lembrar...
EU AMO VOCÊS!

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"Tudo é tão lindo e tão confuso
E tudo não passa de um sonho bom
Tudo é estrnaho, nada é seguro,
Tudo não passa de um sonho bom
Tudo é silêncio, tudo é lembrança
Tudo é certeza de uma meta sem fim
Tudo é distante, são tantas palavras
Tudo se mantém guardado em mim
Tudo é amor, tudo é esperança
Tudo é ilusão de um sentimento sem nome
Tudo é falta, tudo é saudade
Tudo é apenas um sonho sem ordem."

Thais Helena.

Escrito por *Tha* às 23h52
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Final Fantasy Character Test
Which Final Fantasy Character Are You?

Não é à toa que eu AMO meu Squall... mas Rinoa eu sou só dele.. =P

Escrito por *Tha* às 22h31
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Nhaaa... antes de mudar meu orkut, tinha que vir aqui pra rever meu blog e revivê-lo... um mês sem postar, mas de novo volto numa data especial.  ^^

Ahh, siim, claro... pra terminar o outro assunto, eu e a melancolia estamos nos entendendo bem... a felicidade se mantem na minha vida, as dúvidas também.. mas o melhor nisso tudo é que estou, hoje, novamente em mim, nas minhas características, na minha personalidade, no meu jeito menina de ser, com plena convicção nas minhas idéias e mais convicção ainda no fato de ter muito pra aprender. Com a paz de não ter mudado, com menos medo de mudar... com a admiração pelo mundo, pelos sentimentos, pelas pessoas... com o entendimento de precisar crescer e aprender muito ainda, e com a alegria de saber dizer isso.
Me sinto renovada... é, essa seria a palavra.. mas não como uma nova pessoa, e sim como a pessoa que eu sempre fui e vinha perdendo em mim. Me sinto em paz com o que sempre acreditei, embora, como já disse, muitas dúvidas ainda me cerquem.
Estou FELIZ! ^^

Eee.. agora que o post anterior foi encerrado, comecemos novamente...

Hoje é um dia especial porque passaram-se 8 meses desde que uma pessoa entrou na minha vida. Uma pessoa que mudou, antes de mais nada, minha rotina... quer seja por me fazer dormir em horários trocados - ou não dormir - ou por roubar meus pensamentos, dando um sentido novo a eles.. uma pessoa que me faz sentir coisas novas, querer coisas novas, viver coisas novas... uma pessoa que tem ocupado BASTANTE os posts desse blog, o que não podia ser diferente, já que tem feito o mesmo com a minha vida. Diiii, brigadaaa, meu Squall, por estar a 8 meses fazendo essa diferença enorme que você me faz! TE AMOO MUITOO!

Seeem mais, vou me esforçar pra fazer coisas úteis, ler coisas úteis e trazê-las pra cá..

Beijooooos!

*Tha*

Escrito por *Tha* às 16h01
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Eu...

A Tha. =D


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